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Musicoterapia para crianças: Veja os benefícios

musicoterapia para crianças

Certamente você já ouviu neste termo não é mesmo? E agora vou te contar o que é em detalhes musicoterapia para crianças. Vamos lá?

O que é musicoterapia para crianças?

A musicoterapia infantil é uma abordagem terapêutica que faz uso dos sons nas intervenções com crianças. E a sua utilização aciona outras áreas cerebrais e auditivas e ainda resgata uma série de imagens e sensações, evocando o conteúdo das pessoas.

Musicoterapia é um tipo de terapia ao invés de musicalização. Além da formação específica musical, os profissionais que desenvolvem esta técnica também têm métodos musicoterapêuticos, estudando áreas de conhecimento relacionadas á pediatria, geriatria, neurologia e até mesmo a anatomia.

Segundo a musicoterapeuta Lilian Coimbra, pais e responsáveis por crianças que se enquadram no espectro do autismo tem muito a ganhar com a musicoterapia. Segundo elas, a eficácia da musicoterapia é bem comprovada inclusive com algumas pesquisas.

A música apresenta o componente não verbal, e isso é o que permite a criação de um canal de comunicação que contribui para o engajamento e autoexpressão, principalmente quando consideramos agora uma criança autista.

Como aplicar a musicoterapia?

Este tipo de terapia é caracterizado pela aplicação científica do som, da música e do movimento para facilitar a comunicação, promovendo a expressão individua, melhorando a integração social.

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Quais os benefícios da musicoterapia infantil?

A interação social, contato visual, flexibilização de comportamentos e de interesses, melhora da comunicação verbal e não verbal e ainda da atenção compartilhada são alguns dos benefícios da musicoterapia em crianças.

Musicoterapia para crianças, gestantes e bebês

Gerar vínculo entre mãe e bebê ainda durante a gestação. A musicoterapia trabalha isso em sua essência. E quando isso acontece ela ainda estando grávida, os benefícios são maiores ainda, já que a musicoterapia trará mais segurança, controle de estresse e ansiedade.

A partir da 20° semana de vida do bebê, ele já consegue ouvir sons internos e externos e responder a eles. Mas é preciso salientar que as percepções sonoro-musicais não são iguais às percepções auditivas.

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E é por esse motivo que a gestante não precisa aguardar até a 20° semana de gestação para iniciar qualquer prática musicoterapeuta. É muito saudável iniciar logo no início da gravidez brincadeiras, cânticos e conversas com o bebê.

Assim, quando o bebê nascer essa comunicação deve continuar sendo medida através da musicoterapia infantil. Isso pode acontecer desde o nascimento, entretanto quando consideramos a dinâmica da vida no pós-parto, essa terapia pode acontecer após o 4° mês tranquilamente.

O “fazer musical” atua fortemente no desenvolvimento neuropsicomotor da criança, o que é bem imprescindível para tratamento preventivo através da musicoterapia em crianças maiores.

Crianças que tem essa linguagem musical, tem uma maior facilidade para aprendizado de escrita e leitura. Isso tudo porque na musicoterapia como tratamento, utiliza-se a música como reabilitação cognitiva para melhorar a comunicação e interação.

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Imagine agora todo esse processo de evolução em crianças com espectro autista!

Como são realizadas as atividades?

As terapias são realizadas individualmente, enquanto o musicoterapeuta se mantém ativo, participando e fazendo música com a criança.

E ainda há sessões realizadas em grupos, em que todos integrantes tocam algum tipo de instrumento em conjunto ou participam de algum modo da execução da música.

Especialistas dizem que sessões em grupos acabam por contribuir melhor para que as crianças possam se expressarem emocionalmente com mais facilidade.

Você já conhecia este tipo de terapia infantil?

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